Gestão de Riscos
Santander CACEIS Colombia S.A., Sociedad Fiduciaria

No desenvolvimento das operações que compõem o objeto social do Santander CACEIS Colombia S.A., este está exposto a diferentes tipos de riscos, particularmente, na atividade de custódia de valores. Para isso, a empresa elaborou uma série de políticas, procedimentos e metodologias a fim de administrar eficiente e coordenadamente a exposição e mitigação dos riscos próprios do negócio.

O risco operacional é definido como o risco de perdas devido à inadequação ou falha dos processos, pessoas e sistemas internos, ou a acontecimentos externos. Esta definição inclui os eventos que possam ocorrer como consequência do risco legal ou regulatório, tecnológicos e de reputação.

Para obter uma ótima gestão de riscos, o modelo de gestão de riscos do Santander Caceis Colômbia considera pelos menos os seguintes fatores:

  • O apetite de risco operacional, seu monitoramento adequado e notificação à diretoria executiva.
  • A estrutura de gestão e controle baseada em três linhas independentes de defesa.
  • O modelo de governança para a gestão do RO, com a participação da alta diretoria.
  • Uso e integração de fontes de informação: banco de dados de eventos internos, eventos externos e análises de cenários.

É a probabilidade de perda em um portfólio ou instrumento, em que se incorre como consequência de mudanças adversas nos fatores de risco de mercado. Esses fatores incluem, de forma geral, a taxa de câmbio, a taxa de juros, os preços dos títulos e a possibilidade de que as entidades incorram em perdas associadas à diminuição do valor de seus portfólios, as reduções do valor das carteiras coletivas ou fundos que administram, pelo efeito de mudanças no preço dos instrumentos financeiros nos quais são mantidas posições dentro ou fora do balanço.

Entende-se por risco de liquidez a contingência de não poder cumprir plenamente, de forma oportuna e eficiente, os fluxos de caixa esperados e inesperados, vigentes e futuros, sem afetar o curso das operações diárias ou a condição financeira da entidade. Essa contingência (risco de liquidez de financiamento) é manifestada na insuficiência de ativos líquidos disponíveis para isso e/ou na necessidade de assumir custos extraordinários de financiamento. Por sua vez, a capacidade das entidades para gerar ou desfazer posições financeiras a preços de mercado é limitada devido à inexistência da profundidade adequada do mercado ou à ocorrência de mudanças drásticas nas taxas e nos preços (risco de liquidez de mercado).

A gestão de Risco de Liquidez pode ser gerenciada a partir de dois sentidos:

  • No sentido da liquidez de um mercado ou conjunto de instrumentos financeiros, uma medida da facilidade de realizar transações de compra e venda de determinados tipos de ativos sem afetar significativamente seu preço.
  • Liquidez no sentido de solvência de uma empresa em curto prazo, ou seja, sua capacidade de obter, a cada momento, os fundos necessários para operar e honrar suas obrigações no passivo a custos razoáveis.

O risco de crédito é definido como a probabilidade de incorrer em perdas e, consequentemente, reduzir seu nível de ativos, como resultado da inobservância, por parte das contrapartes ou emissores com os quais tenham adiantado negócios, da entrega oportuna ou total de recursos com os quais são atendidas as condições acordadas em um contrato.

A aplicação, em cumprimento às normas da Colômbia para a gestão da carteira de comissões fiduciárias, do estipulado no capítulo II da Circular Básica e Contábil.

É a possibilidade de perda ou prejuízo que uma entidade vigilada pode sofrer devido à sua propensão de ser utilizada, diretamente ou por meio de suas operações, como um instrumento para lavagem de ativos e/ou canalização de recursos para atividades terroristas, ou com o propósito de ocultar ativos provenientes dessas atividades.

Cumprindo o regulamento e as solicitações de clientes, as principais certificações de PBC e conformidade são descritas a seguir: